segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Cumplicidade

 
Há alguns anos, ele pega seu escapulário, desenha um coração e coloca a aliança no centro, todos os dias antes de dormir. Achava curioso e obcessivo. Mas este final de semana ganhei meu escapulário e agora, como sempre em tudo nessa nossa vida, somos curiosos e obcessivos juntos.

A dieta do Papai Noel

Biscoitos de Natal, já ensacadinhos parecem tão fáceis!

 Já virou tradição aqui em casa: todo Natal eu e as crianças temos que fazer biscoitos para o Papai Noel. A história começou há uns três anos, quando o Luquinhas viu que o bom velhinho gosta de comer biscoito e tomar copos de leite durante as noites que vem deixar os presentes. Desde então, ele une a paixão por cozinhar com o sonho de alimentar Noel, pois para ele é o mínimo que a gente pode fazer para retirbuir.

No começo é bem divertido, mesmo eu não sabendo bolhufas de culinária e já tendo sido eleita a pior boleira do mundo. Mas como mãe é tudo igual, acaba cedendo aos pedidos dos filhotes e assim, todos os anos compro a ideia e os ingredientes, religiosamente. Claro que ele fica ali, na cola, de ajudante de cozinheiro, mas o grande trabalho é meu e sou eu que tenho que me rebolar para fazer dar certo os cookies de Natal. Tudo bem que sempre sai alguma coisa muito semelhante à biscoito, mas nunca como a receita, e mesmo assim sempre faz muito sucesso, afinal quem distribui para as pessoas e "entrega ao Papai Noel" são as crianças; e são elas que levam todo o crédito.
 
 Mas este ano o trabalho foi dobrado, literalmente, com a Maria Flor já danadinha e querendo participar. Além disso, meu ajudante resolveu começar a brincadeira e terminar assistindo Cartoon Networking, o que me deixou com quilos de massa de biscoitos para enformar e assar. Assim, com toda essa ajudinha que tive, um trabalho que na receita dizia "tempo de duração" 1 hora, se tornou em intermináveis 4 horas. 4 HORAS, gente!!!! Dá não.

 E por isso, o Luquinhas já foi avisado. Ano que vem Papai Noel encara uma dieta e o que vai ter no pratinho são pedacinhos de maça. muito mais prático.

sábado, 24 de dezembro de 2011

2012

" Vai em frente, não se rende, não se prende nesse medo de errar, que é errando que se aprende que o caminho até parece complicado e às vezes tão difícil que você se surpreende quando sente de repente que era tudo muito simples - vai em frente que você entende". Gabriel O Pensador


Parece que foi ontem que vimos os fogos de artifícios estourar no céu e anunciar que chegamos em 2011. Parece que foi ontem que estava grávida do Lucas, mas hoje já tenho dois filhos. Parece que foi ontem que eu conheci o Cacá, que entrei na faculdade e fiz alguns amigos. Parece que foi ontem que fui adolescente e uma criança que brincava com meninos e meninas. Só parece, mas não foi.

Demorei 28 anos para chegar até aqui e entender que o tempo passa rápido e que a vida te dá um monte de oportunidades. Que a gente precisa se conhecer para tomar decisões certas e que mais importante que uma carreira bem sucedida, um milhão na conta bancária e uma casa mais espaçosa são os momentos ao lado das pessoas que nos tocam.

É preciso coragem para se viver e sensibilidade para perceber o que realmente importa. É necessário experimentar para escolher e baixar a guarda para permitir que os outros se aproximem. Pena dos que não arriscam, dos intolerantes ou dos solitários. Talvez eles percam uma das maiores dádivas que a vida nos dá, que é simplesmente sentir.

Somos exatamente o que vivemos e oferecemos apenas o que temos. Olhem em volta, estamos onde devíamos estar, somos frutos das nossas decisões e nossas atitudes são os tijolos para o nosso futuro. Por isso, vamos aproveitar. Vamos errar para acertar. Vamos arriscar, todas as nossas escolhas tem 50% de chance de dar certo ou errado. Vamos apostar no positivo e se não der certo, que tenhamos a sabedoria de aceitar que momentos ruins são normais. Não vamos permitir que o medo nos paralise.

Mudemos de opinião quando necessário. Nada mais chato que alguém que não se permite assimilar o novo.Vamos ler, muito e tudo. Quanto mais conhecimento, mais a gente vai saber lidar com o mundo. Vamos nos permitir mudar o restaurante do final de semana, aceitar o convite para uma festa nada haver, cortar o cabelo ou mudar o guarda-roupa. Vamos nos aproximar daquele cara no trabalho que todo mundo acha esquisito. Dessa forma, estaremos nos dando uma chance de conhecer um universo diferente do nosso e que pode ser surpreendentemente ótimo. Vamos entender que você pode não gostar de alguma coisa, mas isso não significa que aquilo não presta ou que você achou a justifica para o seu preconceito. Entenda que a liberdade de pensar, ser, fazer, ouvir ou desejar, vale para todos. Sem distinção.

Vamos passar mais tempo com as pessoas que nos amam e dar menos importância àqueles que não nos desejam bem ( mas não vamos guardar rancor, pois isso só nos impede de seguir em frente). Vamos passar mais tempo com nossos filhos, no final eles vão aprender mesmo é com nossos exemplos. Vamos fazer a diferença na vida de alguém. Suspeito que, muitas vezes, somos referência para quem menos imaginamos. Por isso, sejamos bons, corretos e justos, sob pena de sermos mà influência para os outros. Vamos viajar para sabermos que bom mesmo é a nossa cama, do nosso jeito; mas vamos transformar o lugar que a gente estiver em lar, agradável e aconchegante para todos. Vamos gastar nossas horas com nossos pais, irmãos, tios e avós, porque um dia eles se vão e nós vamos sentir falta até do que antes era "um problema familiar". Certamente, essas são as pessoas que mais vão torcer por você a vida toda e estarão dispostas a fazer tudo para nos ver felizes.

Vamos procurar resolver as histórias e dizer o que sempre tivemos vontade. Porém, cuidado. Isso não significa ser mal-educado ou grosseiro com ninguém. Aliás, sejamos gentis. A gentileza já evitou muito conflito e é a fórmula mais eficaz que eu já encontrei para viver bem, fazer amigos ou chegar no caminho mais fácil.

Vamos ser felizes, mas aceitemos os sacrifícios ou carmas que cruzar nosso caminho. Nessa hora, nada de vitimismo ou negativismo, pois a gente é resultado do que pensamos. Já dizia Mário Lago: vamos viver com alegria, porque a vida acaba se acostumando com a gente.

Aproveitemos, então. Porque o tempo passa rápido. Se errarmos, não nos preocupemos, pois a vida é generosa e todo ano nos dá 365 dias para fazer diferente e recomeçar. Só não vamos perder tempo.


Feliz Natal e um diferente 2012.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Lucas surfistinha

Que o Lucas tem energia de sobra, não para e é bastante esperto, muitos já sabiam. Mas a grande novidade é que o pequeno, enfim, deu início a sua vida no mar. Esta semana, ele e o Cacá começaram a aprender a surfar e a casa já tá toda empolgada com esses novos gatos do surfe.

É verdade que a história do Lucas com a água vem de muito cedo. Desde os dez meses que ele frequenta as piscinas para aulas de natação e já faz algum tempo que ele também se encantou com os esportes aquáticos como surfe, kite, bodyboard,...Mas para mim, ele tinha que crescer mais.

Mas ao cinco anos, acho que é a hora. Admito que estava um pouco preocupada com o tamanho do marzão para os bracinhos pequenos do meu filhinho, mas nada na vida acontece se a gente não arriscar. Então fomos, eu super encorajando o Lucas e o Cacá, claro, porque a diversão dele é brincar de ser criança com o Luquinhas. E foi tudo o máximo, lindo e emocionante.

Agora imaginem vocês o baita susto que tomei quando vi o professor levando meu filho lá para dentro da mar e já o jogando para ele se equilibrar. Peraí, mas não começa na areia, não!? Então na beirinha, não vale? Não teve jeito. Obviamente não me meti, montei a pose de tranquilona e fui vendo cada caldo e cada conquista do filhão (e do maridão) na água.

E achei super legal. Eu até faria se não tivesse a areia, o sol e toda aquela gente que resolve ir a praia também nos finais de semana.
Os gatos do surfe e a gatinha parafina.

Lucas sempre radical

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Uma pequena lição



"A melhor maneira de tornar as crianças boas,
É transformá-las em crianças felizes".
                                                                                 (Oscar Wilde disse tudo)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Aos meus filhos - Carta I

Criança tem prazo de validade. Quando vejo pais, por aí, impacientes, desequilibrados e cansados com seus filhos, eu me pego a pensar nos meus. Um dia não haverá mais barulho pela casa, crianças correndo desordenadamente por entre os cômodos, não haverá brinquedos espalhados para todo lado, nem brigadeiro e outras guloseimas escondidas na geladeira.

Daí, já me dá um aperto no peito e me bate aquela saudade prematura, resultado de uma futura síndrome do ninho vazio. Se há alguns anos, logo depois de meu primeiro filho nascer, eu desejava que aquele momento passasse logo; hoje tudo o que eu gostaria é que as bochechas deles não desaparecessem. Pensar que um dia eu não precisarei mais acalentá-los durante a noite, levá-los até a porta da sala, dar banho, vestí-los e até limpar bumbum, me faz perceber o quanto é necessário viver este momento hoje, pois se não podemos vencer o tempo, que as lembranças sejam eternizadas na memória.

Se eu me arriscar a dar algum conselho para os pais recentes ou futuros, será a lição da paciência, da dedicação ao seus filhos e a ter momentos com eles. Um dia eles crescerão, e não está na etiqueta o prazo. A gente vai percebendo a prestações e quando menos se espera já se foram, cada um para o seu canto, com suas próprias vidas e decisões. Para nós, pais, para matar a saudade de quando tudo era caótico, ficam os momentos gostosos de uma vida com as crianças.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Mães de meninas

Eu acho que nós, mães de meninas, ficamos um pouco desnorteadas quando sabemos que esperamos pequenas princesas. Não sei bem como funciona essa notícia em nossas cabeças, mas é bem verdade que logo antes de saber o sexo do bebê, só a possibilidade de ser uma menina já nos faz sonhar com um mundo fofo, cor de rosa, meigo, doce, cheio de vestidos, laçarotes e fitas. Depois que vem o resultado, que a gente tem a certeza que esperamos as nossas pricensinhas, aí pronto, tudo parece ficar bem pior. A gente pira mesmo nesse mundo de miguchismo.

Pois é, mas o que deveria passar logo depois que os hormônios da gravidez caem, parece tomar conta ainda da nossa cabeça por alguns meses que se seguem após o nascimento. E é exatamente aí que mora o perigo. Eu olho fotos mais antigas da minha pequena gordinha e o que eu vejo é uma crise de identidade no cabelo da pequena Maria Flor. Olha que a culpa não é dos fios da moça, que por sinal, arrasam de tão lindos, é mesmo do desarranjo da personal stylist que aqui vos fala. Daí, eu também fui dar uma olhada nas minhas fotos, e nas fotos da minha irmã e pasmem, todas nós passamos por isso.

Ela é linda de todo o jeito, mas o cabelo... Culpa da mãe.

E esse meu cabelinho hein, mamãe? Cortado em cuia, só pode.
Se você ficou preocupada com a gatinha, pode relaxar, a sanidade já está voltando ao normal. Assim como a da minha mãe voltou e provavelmente a da mãe de vocês, e assim suscessivamente. É normal e graças a Deus dura pouco.








segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Momento Corujinhas

E Caetano nunca imaginou um leãozinho tão bonito como esse. "Gosto muito de te ver, Leãozinho" - Maria Flor no seu momento indomável.
 

O que é essencial


Dizem que uma pessoa não pode passar pela vida sem ter plantado uma árvore, escrito um livro e ter tido um filho. Bem, eu acredito nesta lista, mas também acho que tem mais coisas imprescindíveis para a existência neste mundo e que devem ser aprendidas ainda quando se é criança.

Para mim, por exemplo, duas aptidões, de cara, tem que ser desenvolvidas até os cinco anos de idade: andar de bicicleta e aprender a nadar.Por isso, aqui em casa é assim, aprendeu a sentar e ficar em pé, tá na hora de cair na piscina. Porque nada mais chato que você já grandona, ser convidada a ir a uma piscina, uma praia, coisa assim e ficar no rasinho, com medo de se afogar. Não, gente, DEFINITIVAMENTE. Mas sobre isso, pelo menos com os dois já posso ficar tranquila. O Lucas sempre foi um peixinho, e nada perfeitamente, é um atleta o rapaz (sic corujice), e a Maria Flor começou a saga da baleinha, toda gordinha, linda, fofa, com seu maiô estilo Pin-Up, caindo nas piscinas. Graças a Deus, Senhor!

Andar de bicicleta também é a mesma coisa. Não da para a gente nessa vida só andar se for de rodinha. Isso é motivo para bullying! Então, tiramos o feriado para ensinar o Lucas, pois já estava mais que na hora de aposentar esse apoio. Desde ontem um mutirão foi formado na família para ensinar o garoto. Eu, minha mãe, o Cacá, tios, primos e até a Maria Flor ficamos na torcida e atrás dele o empurrando ladeira a baixo. Ótimo e engraçado. Mas depois de muitas quedas e alguns arranhões, ele conseguiu! Quanto orgulho!

Pois bem, um foi encaminhado, tô me sentindo a própria mãe que teve seu filho aprovado no vestibular e a Maria Flor ainda é pequeninha, tem um tempinho até os cinco anos.

sábado, 23 de julho de 2011

Lucas e a hora do pesadelo

Já ouvi dizer que as crianças iniciam sua fase de medo a partir dos quatro anos de idade. Com o Lucas não foi diferente. Desde o ano passado, ele já teve medo de pessoas com alguma deficiência, de público, de escuro, de barata, tomar banho sozinho, de cinema e até medo de não sabe o quê, assim mesmo sem explicação.

Mas agora o medo "da moda" que pega nas madrugadas aqui em casa são os pesadelos. E é algo louco e muito novo para mim; simplesmente ele acorda brigando, chorando, nervoso e sonâmbulo. Pois é, é muito engraçado, sem desmerecer os sentimentos do meu pequeno, é claro.

Na minha infância eu tinha vários medos. Lembro que teve uma época que eu tinha medo de entrar no meu quarto quando ele estava com a luz apagada. Também lembro que eu tinha medo de perder minha família e do filme E o vento levou. Meu irmão tinha medo de fusca vermelho e minha mãe, mesmo com uma idade bem acima de 4 anos, tinha medo da boneca Amiguinha da minha irmã.

Mesmo assim, não lembro de fazer tanto escândalo e ser sonâmbula quanto o Lucas. Ele vivencia o sonho, fica lá de olhos abertos, às vezes sai andando, faz as coisas e tudo. É muito complicado. Eu e o Cacá ficamos atrás dele, falando, tentando acalmar, tentando fazer com que ele acorde e nada. Haja paciência e jogo de cintura.

Mas, passado um ano desde que começou a Era do Medo aqui em casa, as coisas melhoraram bastante. No início, é verdade, assustou um pouco. Eu fiquei pensando, "meu Deus, será que meu filho está com algum problema?". Mas a gente foi trocando experiência, falando com a psicóloga da escola, outros pais, e aí a gente viu que o negócio, apesar de assustador, está dentro da normalidade.

Agora, eu e o Cacá já descobrimos até uma tática para lidar com a hora do pesadelo do Lucas: água no rosto. Não tem outro jeito, é aquela cena de desenho animado mesmo, jogando água no personagem (óbvio que sem balde, porque a gente não quer afogar o Luquinhas, né!). A gente molha a mão e passa, até ele acordar. E assim, a gente tá levando, esperando a próxima tendência da estação.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Essa moça tá diferente

"Essa moça tá diferente
Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente
Tá me passando pra trás"


Sabe quando se fala em criança precoce? Você lembra de quê? Eu lembro da Maria Flor. Não é que a garotinha anda surpreendendo!!! Do berçário para o Infantil I, a minha "Florzinha" anda um encantamento só. Da noite para o dia resolveu mudar, e de um bebê um tanto quanto blasê, se transformou na menininha mais saliente, simpática e popular da escola. Pois é, pois é, pois é...Quem diria!

E agora, de repente, no auge dos seus 1 ano e três meses incompletos, vem causando e arranjando vários namoradinhos por aí. Na escola já me disseram, ela pega geral e a bola da vez é o Kim, um garotinho fofo e muito gostoso da salinha. Por mim, tá aprovado hein, filha!

As más línguas comentam que ela não pode vê-lo, vai lá, arranca a chupeta e tasca o beijo. Hummm, danadinha! E para a preocupação do paizão e desespero do Luquinhas, ela parece gostar muito da danação. E os boatos não param, o que me para de pai e mãe para falar da Maria Flor, de que o fulano e sicrano são encantados por ela e tal, não tá no gibi! É o charme natural da garotinha.

E o Lucas...Esse reage muito engraçado a tudo isso. Ele não quer que nenhum coleguinha homem a veja, brinque ou toque nela. Outro dia pediu até para eu deixar de ir deixá-lo na porta da sala com ela porque os coleguinhas gostam muito dela e causa furor. Vê se pode? Tão pequeno e já soletrando a cartilha do irmão ciumento. Culpa do pai, que cultiva e disse que a filha vai namorar só aos trinta anos.

Sei! Trinta anos? Desse jeito, pode apostar que vai!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O pior bolo do mundo

Sabrina na cozinha já virou lenda. Os amigos fazem piada, a família faz piada, até desconhecido tá fazendo piada. Porém, isso nunca me incomodou, ou pelo menos não me incomodava. O fato é que o Lucas resolveu contrariar a genética. Diferente de mim, ele adora cozinhar e tem uma curiosidade tremenda em aprender a fazer todo tipo de prato, de um fígado acebolado a um brigadeiro de colher.

Pois bem, isso nunca foi problema, eu incentivo mesmo, compro livro de receita, dou uma certa liberdade na cozinha e já considero a hipótese de daqui a alguns poucos anos ter o filhote fazendo o almoço de domingo para toda a família. Adeus delivery e restaurante! A minha conta bancária agradece.

Porém, a vida não é tutti-frutti, a vida é calvário e mãe sofre que é uma beleza. E por isso mesmo, haveria de ter uma boa história. Um belo dia, uma tarde linda de sábado, onde o objetivo era passar um tempo dedicado ao pequeno, ele resolve cozinhar: Mamãe, que tal um bolo? Vamos fazer um bolo? E eu, uma boa mãe que sou e já projetando o futuro de bolos e doces deliciosos feitos pelo filho chef, logo tratei de incentivar. Baixei uma receitinha simples na internet, separei os ingredientes, me empolguei toda e mãos na massa. Literalmente.

Uma hora e meia depois estava tudo pronto, com direito a cobertura, confete e cereja. Luquinhas babava, se armou com colher, prato, guardanapo, estava pronto para avançar.  Parti toda orgulhosa o primeiro pedaço, esperei o elogio e ouvi: Mãe, esse é o pior bolo do mundo!!!!

Gente, só uma coisa a declarar: Chama os cachorros, menina!!!

Momento Corujinhas

Porque meus filhos são bochechas: Maria Flor assaltando a geladeira.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Um carinha chamado Lucas

"Lucas é o cara". Ainda lembro quando ele era bebêzinho e um amigo me disse isso. Ele propagou, fez comunidade no orkut e disse aos setes cantos que meu filho ia ser demais. Ele preconizou.

Hoje eu olho toda orgulhosa para esse rapazinho de cinco anos agitado e inteligente. É, coruja eu sou, mas mentirosa, nunca, e muito orgulho eu tenho pela maneira como ele vem crescendo. Um garoto esperto, homenzinho, carinhoso e cheio de bondade. É lindo a preocupação que tem com os que ama, a proteção com sua irmã e todo o respeito que tem pelos outros.

Esperto, agora não quer saber de outra coisa: skate. E se garante como quase nenhuma outra criança é capaz. Aprende rápido e não desiste e já avisou para todo mundo: quando crescer vai ser skatista profissional e professor de surf. É, eu não duvido, porque ele não esquece fácil o que deseja.

Não é exatamente o que eu sonhei, mas para quem já me deu mais do que eu esperava de uma criança, ele pode, ele é o cara.

sábado, 22 de janeiro de 2011